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O que analisar antes de trocar de emprego?

Seis pontos para levar em conta antes de tomar a sua decisão

Se você recebeu uma proposta ou está querendo mudar de emprego, avalie estes seis pontos antes de tomar a decisão  de trocar de emprego.

O que considerar na hora de trocar de emprego

  1. Segundo Carolina Carvalho, sócia da empresa de recrutamento Asap Campinas, em primeiro lugar os profissionais devem considerar as reais motivações que os levam a fazer a movimentação profissional. “É preciso entender a posição em que você está na empresa atual, seus objetivos e também o que faz com que você se sinta motivado”, diz ela. “Também é importante, antes de decidir, analisar se as suas possibilidades de crescimento na empresa em que está já foram esgotadas.”
  2. Outra recomendação de Carolina é avaliar muito bem quais são os segmentos que oscilam menos diante de um cenário econômico não muito favorável – como o que temos agora. “Há segmentos como Farmacêutico, Consumo (Higiene Pessoal e Limpeza, Alimentos e Bebidas), Tecnologia e Embalagens que apresentam maior estabilidade ou, pelo menos, que demitem menos se comparados com outros”, afirma ela. Se você estiver em um deles, melhor para você.
  3. Por falar em cenário econômico, é importante lembrar de estudar a estabilidade da empresa contratante (e da atual, claro), sua sustentabilidade financeira e seus investimentos no país. “O profissional deverá entender se a companhia é realmente capaz de oferecer o desenvolvimento profissional que ele busca”, alerta.
  4. A cultura organizacional também deve ser levada em conta. Isso porque o profissional que está alinhado à cultura da empresa normalmente é o que obtém mais sucesso na trajetória.
  5.  Salário e benefícios, claro, também têm seu peso nessa decisão. A praxe, segundo a especialista, é que uma proposta de trabalho ofereça cerca de 30% de aumento na remuneração fixa do profissional. Atenção, no entanto, para não simplificar demais essa conta. Devem ser contabilizados ainda o pacote de benefícios, como 14º salário, bônus, PLR, assistência médica e odontológica, previdência privada, carro, ajuda de custo, notebook, celular, auxílio moradia, auxilio para estudos, auxilio creche, refeição e vale alimentação. “Compare, por exemplo, se o plano de saúde é extensível aos familiares nas duas empresas”, diz ela.
  6. O relacionamento com o chefe – sim, isso mesmo! – também precisa entrar na balança.  É sabido que o mau relacionamento com o superior direto causa grande parte dos pedidos de demissão nas empresas. Por isso, se você tem uma relação de confiança e transparência com o seu, leve esse ponto muito em consideração. Afinal, ninguém pode garantir que você tenha a mesma sorte em outra empresa, ne?

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