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Almoço de trabalho: conheça as regras

Saiba como se comportar para não passar vergonha com o chefe o o cliente

Por Fabíola Lago

Nem sempre dá para fugir de um almoço de trabalhoAfinal, com a agenda apertada e até uma necessidade de certa descontração, almoçar para discutir andamentos de projetos com outras áreas, conhecer um fornecedor ou prospectar um cliente, faz parte da rotina de trabalho. Mas e aí? Como são as regras, quem paga? O que pedir? O que conversar primeiro? Como se comportar?

Entrevistamos Erica Isomura, RH da VAGAS e descolamos umas dicas bem bacanas para você se sair bem e seguro nessa situação.

Quais são as regras do almoço de trabalho

  • Quebre o gelo – “Se você ainda não conhece muito bem com quem vai se encontrar, ligue antes. Pergunte se está tudo certo, descontraia. Se você está convidando, certifique-se com o convidado que o restaurante escolhido é de seu agrado, de fácil acesso, se gosta do que costuma ser servido. Esse bate-papo antes pode ajudar a ser mais espontâneo na hora do encontro.”
  • Qual restaurante? “Negócios são negócios e alguns detalhes fazem a diferença. Self service costumam ser muito cheios e com mesas muito próximas, o que dificulta a audição. Nessas situações restaurantes que sirvam pratos à la carte e tenham bom espaçamento entre as mesas, permitem muito mais conforto e privacidade para esse tipo de conversa. Restaurantes de hotéis costumam ser bastante adequados para este fim.”
  • O que pedir? “Se você é convidado, não abuse, não queira impressionar. Peça o cardápio do dia, ou pratos com valor moderado. Não peça bebida alcoolica, a não ser que seja uma sugestão do seu anfitrião e o clima estiver mesmo descontraído.”
  • Boas maneiras, sempre – “As regras para qualquer convívio social, de boa educação, valem para um almoço de negócios. Muitas pessoas ficam ansiosas para falar e nem mastigam direito, falam de boca aberta com comida, é bom respirar e não esquecer que, apesar da importância do assunto, é um almoço. Mastigar, respirar, beber algo, têm seu tempo e todos certamente vão respeitá-lo.”
  • Mantenha a calma – “Mesmo que seja um grande contrato em jogo, uma decisão que te interessa muito, fique calmo. Muitas pessoas começam a derrubar talheres, derrubam copos de sucos e acaba agravando o nervosismo”.
  • Quem paga? “Em relações em que você é o grande interessado, ou seja, convidou um cliente, alguém que pretende contratar ou convencer que o seu projeto é bom, você paga. Se foi convidado por alguém na situação contrária, ou seja, alguém que quer muito contratá-lo, que você apoie um negócio, ou compre seu produto, é interessante que você se ofereça a pagar, se a pessoa tiver bom senso, ela fará questão de pagar.”
  • Além de negócios, o que conversar? “Não force situações de intimidade, comente fatos de sua vida pessoal ou faça perguntas muito pessoais ao seu interlocutor. Essas proximidades são naturais, acontecem de acordo com o espaço que é dado, com a espontaneidade, sempre com muita cautela para não ser invasivo. E nunca, em hipótese alguma, fale mal de sua empresa, seus superiores ou de colegas de trabalho. Aí vale a máxima de Freud: “Quando Pedro fala de João, sei mais sobre Pedro do que do João…”.

Bon apetit!

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