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6 dicas para sobreviver à chegada do novo chefe

Substituição quase invariavelmente traz uma série de mudanças

Ter um novo chefe nunca é muito fácil. Para piorar, essa substituição quase invariavelmente traz uma outra série de mudanças, algumas mais fáceis, outras mais complexas. Se você está passando por isso ou acha que pode passar a qualquer momento, prepare-se com estas dicas de Jair Moggi, consultor, fundador e sócio da Adigo Desenvolvimento Empresarial e Familiar.

Manual de sobrevivência ao novo chefe

1 – Perda de autonomia. O primeiro ponto que o especialista ressalta é que, com a troca de chefes, muita coisa deve mudar. “Se isso acontecer com você, é importante estar preparado para ver mudar também tudo o que você fazia”, diz ele. “É provável que o novo líder chegue para implementar coisas diferentes e também pode ser que a sua autonomia seja reduzida até que ele conheça detalhes do que é feito na área”, explica.

2 – Começando tudo do zero. Mesmo que você tenha obtido excelentes avaliações no passado, nada garante que isso vá se repetir agora. Afinal, com a mudança de chefe, mudam também as expectativas da liderança. “Talvez você tenha que provar de novo sua competência e desenvolver um novo estilo de relacionamento e gestão com o novo o chefe”, alerta Moggi.

3 – Novas relações com antigos colegas. E não é só com o novo chefe que você vai precisar criar uma nova relação, viu? Segundo o especialista, é recomendável também que você construa novas alianças também com os colegas. “As alianças que você tinha com eles talvez precisem ser revistas agora, a partir da influência que o novo líder deve exercer sobre todos”, explica. “Novos jogos de poder, ciúmes, competições, entre outros, podem se exacerbar se a transição de chefia for mal conduzida e isso causa muito desconforto.”

4 – Não é nada pessoal. Se você for do tipo mais sensível, que costuma achar que o mundo está contra você, tome cuidado para não ver todas as interferências do novo chefe como uma crítica pessoal. “É natural que ele queira se meter nos detalhes da operação e mudar alguns processos”, diz Moggi. A dica é evitar assumir uma postura egoísta e ter uma resposta para tudo. “O melhor é não criar situações desnecessárias de confronto que, além de desequilibrar o ambiente profissional, consomem uma energia individual muito grande para quem está envolvido”, explica Moggi.

5 – Seja assertivo. Sim, isso significa fazer o que precisa ser feito, a partir da clareza dos pedidos ou das situações em que você esteja envolvido. Ou seja, nada de ‘mimimi’.

6 – Habilidades preciosas. Outra dica bem valiosa para encarar esse momento é desenvolver tolerância e flexibilidade. “Essas qualidades ajudam a entender e aceitar as mudanças, porque o ‘ontem’ cada vez menos justifica o ‘hoje’”, diz Moggi. E, para desenvolver essas duas habilidades, é preciso investir em autoconhecimento. “Esse é o único caminho.”

 

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