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Cuidando da aparência e da saúde com o esteticista

Melhora na autoestima do cliente é um dos principais objetivos

por Guss de Lucca
fotos por Newton Santos

Diferentemente do que alguns podem pensar, o bem-estar estético pode colaborar e muito para a saúde mental de uma pessoa, principalmente em uma sociedade que valoriza a aparência com a mesma força com que cobra aqueles que fogem dos padrões – e é nesse universo da busca por um corpo saudável que surge o esteticista.

Tecnóloga em estética e cosmética, Adriane Cordeiro Genu atua há quatro anos nesse mercado e atualmente trabalha na unidade de uma grande rede de clínicas estéticas, na cidade de São Paulo, onde atende uma média de oito clientes por dia – em sua maioria mulheres com alguma preocupação física.

Esteticista Adriane Cordeiro Genu“Trabalhamos para sanar os distúrbios do corpo que trazem algum incômodo para a pessoa. Entre os procedimentos mais comuns que realizamos destacam-se a modelagem corporal, limpeza de pele e drenagem linfática, que reduz a retenção de líquido”, explica ela, que além do tratamento sempre busca melhorar os hábitos das clientes.

“Orientamos quanto a pequenas mudanças no dia a dia que colaboram para a manutenção do que fazemos, como tomar mais água e, no caso daquelas que trabalham sentadas, levantarem-se mais para permitir que o sangue circule”, completa.

A motivação

A vontade de ajudar os outros é parte intrínseca do trabalho do esteticista, garante Adriane, que sempre teve vontade de lidar com o bem-estar alheio. “Assim que fiz um curso de cosmetologia descobri que melhorar a autoestima das pessoas me faria feliz e fui em busca desse sonho”.

Para ela a grande satisfação encontrada no trabalho é poder ver que todo o esforço das sessões surtiu um resultado positivo – uma torcida que aumenta pela criação de um vínculo com grande parte das clientes, que ao comparecer semanalmente à clínica acaba desabafando com as esteticistas.

“É maravilhoso quando a pessoa se vê mais bonita, mais alegre e motivada para enfrentar o estresse do dia a dia. Elas percebem que a pele melhorou, que perderam medidas e ficam muito felizes”, revela. “Já tive casos de clientes que tinham vergonha de usar biquíni, que iam para a praia de shorts apenas, e que depois de tratar a celulite perderam a vergonha – pode parecer uma coisa boba, mas significa muito para elas”.

O mercado

Adriane acredita que há espaço para quem está entrando – principalmente para quem busca por qualificação. “É um mercado em constante evolução. Aqui, por exemplo, sempre temos treinamentos para aprender novos procedimentos”, diz ela.

“O mais importante, além da formação, é gostar de lidar com pessoas e saber ser uma boa ouvinte. Para aconselhar sua cliente é preciso escutar as queixas, colocar-se na posição dela”, ressalva a esteticista.

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