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Estágio é fundamental em Engenharia Civil

Por Fernanda Costa
Fotos de Rogério Montenegro

Estágio é fundamental em engenharia civilA construção e a geometria espacial sempre atraíram Marcos Mitre. Ainda criança, queria atuar em construções e obras. Havia a dúvida entre a engenharia e arquitetura. A solução chegou ao perceber que conceitos técnicos e otimização de recursos eram premissas que o encaminhariam à área de exatas.

Hoje, aos 35 anos, se diz feliz com sua escolha. Engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, viu o mercado mudar desde de seu ingresso na universidade.

 

“Hoje o mercado está bom para quem busca colocação. Mas, qualificação e experiência são fundamentais”, completa.

Nos últimos anos de faculdade é necessário encontrar motivação para conciliar a vida acadêmica e profissional. A busca por estágios, para quem cursa em período integral, pode ser mais árdua.

“É um curso muito áspero. O conteúdo é pesado em complexidade até o final. O ciclo básico abre a cabeça para conceito”, comenta.

Formado há 13 anos, Mitre aconselha aos que estão para se formar: mexer na grade e fazer um esforço extra para encontrar  um estágio. Terminar a faculdade com pouca habilidade e nenhuma visão dificulta o ingresso no mercado. O valor do estágio está em adquirir experiência, inserido na área de interesse e próximo daqueles que são bons no que fazem e querem ensinar.

“Se for preciso, para ter oportunidades, atuar como trecheiro (engenheiros que trabalham em campo), seja! Não tenha medo. Faça sua história”.

A iniciação cientifica o incentivou a seguir para um mestrado em Patologia de Estruturas.  Hoje, atua na gestão de obras com foco na recuperação de pontes e rodovias.

Resolver problemas, otimizar a utilização de recursos e – através de muitos cálculos – fazer a melhor execução, faz parte da rotina de um engenheiro. Esses elementos para Marcos Mitre são a conquista – com base no amadurecimento e muito empenho – de um bom profissional.  “A mim faz sentido o que faço”, finaliza.

 

Dicas de carreira do Marcos

  • Faça aquilo que gosta, pois o mercado está em crescimento;
  • Nos cinco primeiros anos de formado, trabalhe em empresas com profissionais que queiram ensinar e aprenda;
  • Procure analisar em que tipo de negócio sua empresa está inserida. Busque mercados que dependam menos das oscilações de consumo.