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Quando a enxaqueca leva a perder uma promoção

38% das pessoas perdem 3 ou mais dias de trabalho por ano por crise de dor de cabeça

por Carol Scolforo*
patrocinado por DMO Saúde

Mariana1 disputava um cargo importante em uma grande multinacional na zona sul de São Paulo. Para isso, trabalhava muitas horas por dia, com um agenda complexa entre entregas de resultados, gestão de equipes, reuniões, happy hours, viagens a trabalho, como a maioria em cargos semelhantes fazem. Com o tempo, essa rotina intensificou suas crises de enxaqueca. Mais de três vezes por semana as dores fortes vinham martelar a cabeça. Às vezes com náuseas, outras não. Os remédios eram tantos que já não faziam efeito como antes. As tentantivas de amigas familiares já não fucionavam. Nesses dias, Mariana trabalhava em home office, mas a verdade é que ela perdia alguns dias de trabalho ou entregava os resultados de forma mais lenta. Em alguns dias, até o brilho na tela do notebook era insuportável a ponto de passar o dia sem conseguir abrir qualquer planilha. A produtividade caía a níveis tão grandes que ela já começou a ser questionada sobre a permanência na empresa. Logo vieram ansiedade, irritação e um possível indício de depressão,  pela falta de tratamento.

É impressionante como a enxaqueca pode atrapalhar o crescimento profissional ou até arruinar uma fase ótima no trabalho e levar pessoas como Mariana a se sentirem improdutivas. Entre as 5 doenças que mais geram afastamento no trabalho está a enxaqueca. Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos2 revelou que funcionários com enxaqueca faltam de 9 a 12 dias de trabalho por ano, e 20% deles até vão à empresa, mas não produzem como deveriam, o que acaba chamando atenção de forma negativa.

Executivos e empresas perdem dinheiro. Mas o problema não é ter a doença, e sim deixar de seguir um tratamento adequado ao seu estilo de vida. A maioria das pessoas acaba deixando a enxaqueca de lado, usando tratamentos alternativos ou até se automedicando, o que pode levar a dor de cabeça para uma forma crônica e os remédios começam a fazer menos efeito. Nessa hora é ainda mais necessário buscar um especialista que seja referência e esteja atualizado aos tratamentos de ponta, mais práticos e eficazes. Uma opção pouco conhecida, mas muito estudada em todo o mundo, e reconhecida no Brasil pela Anvisa, é a aplicação de BotoxR (toxina botulínica3), substância que age em pontos específicos prevenindo crises e potencializando a ação de analgésicos. O tratamento ajuda amenizar o surgimento de outras complicações, doenças como ansiedade e depressão, entre as mais comuns. As aplicações são rápidas, devolvem a produtividade e a qualidade de vida. Assim as oportunidades não se perdem – Mariana voltou a sonhar e tem tudo pra subir na vida, nessa ou em qualquer outra empresa.

Enxaqueca no trabalho: perdas para funcionários e empresas

– A enxaqueca  é responsável pela perda de aproximadamente 400 dias de uma pessoa com expectativa de vida de 80 anos.

– 54% das pessoas perdem eventos sociais frequentemente, devido às crises de enxaqueca.

– 38% das pessoas perdem 3 ou mais dias de trabalho por ano por crise de enxaqueca.

– Um estudo na Universidade de Michigan estima que há prejuízo de mais de US$ 20 milhões por ano às empresas, por causa de enxaquecas.

– Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cefaleia, mais de 70% das mulheres e 50% dos homens tem ao menos um episódio de dor de cabeça por mês.

–  A enxaqueca (que é um tipo de dor cabeça) atinge mais de 30 milhões de brasileiros. A maioria desta população não tem diagnóstico correto e acaba apelando para tratamentos inadequados.

– Se uma pessoa se automedica com analgésicos 3 ou mais vezes por semana, entre 2 e 3 dosagens no dia, pode estar ingerindo por volta de 30 analgésicos ao mês, correndo riscos de agravamentos do problema entre outras doenças.

*jornalista especializada em saúde

1 O nome da entrevistada foi mantido em sigilo a pedido da mesma.

2 Estudo do UM Health Management Research Center encomendado pelo Bank One em Chicago,

3 BotoxR é o nome referência da susbstância toxina botulínica. Atualmente a Anvisa só permite tratamento para cefaleia (dor de cabeça) com essa substância.

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