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Elas exercem a melhor profissão do mundo: ser mãe

por Rejane Tamoto
fotos: arquivo pessoal/Rogério Montenegro

Imagina ser responsável por projetos de longo prazo, não ter horário fixo e muito menos remuneração. Parece um trabalho impossível? Só que não. Esta é, na prática, a descrição sucinta do que as mães fazem pelos filhos. Para elas, que sempre têm de estar a postos para enfrentar desafios e imprevistos, esse é um papel que não deixariam de lado por nada neste mundo. Dá trabalho sim, mas é exponencialmente gratificante. É o que contam algumas das polivalentes colaboradoras da VAGAS Tecnologia que têm filhos bebês, crianças, pré-adolescentes, adolescentes e até adultos. Nesta semana do Dia das Mães, elas nos brindaram com histórias de dificuldades e alegrias. Confira, em ordem alfabética, algumas dessas supermães e seus filhos. Leia outros depoimentos aqui e aqui.

Allana Rodriguez, 24 anos, consultora
Manoela ou Miguel. Estas são as opções de nomes para o bebê que vai chegar meio que de surpresa na vida de Allana (foto abaixo), grávida há três meses. “Eu tinha terminado um tratamento e o médico disse que demoraria um ano para eu conseguir engravidar. Ele ou ela vai chegar perto do nosso aniversário de três anos de casamento. Vai nascer em Santos (SP), mas não será santista e sim corintiano (a)”, brinca. Allana já planejou como vai ser a nova rotina e já sabe que terá o apoio dos pais, que serão avós de primeira viagem. “O que me deixa tranquila é que trabalho em uma empresa flexível, o lugar ideal para ser mãe pela primeira vez”, avalia. Neste mês, Allana vai começar a montar o enxoval e espera receber os mimos de sua nova condição de mãe. “Quero aproveitar muito esse momento”, diz.

Allana Rodriguez

Ana Cristina Nunes, 32 anos, consultora 
A primeira vocação de Ana Cristina é ser mãe. Com essa certeza, ela educa Sara (13 anos), Suzana (11) e Valentina (apenas sete meses). Para cuidar dessa turma, na foto abaixo, a mãe estabeleceu um sistema de gestão e um cronograma de atividades. De manhã, leva as maiores para a escola e a bebê para a creche. Depois, Sara e Suzana voltam para casa e têm horário para estudar, almoçar e fazer alguma tarefa em casa. “Tenho uma tabela de erros e acertos. Cada erro equivale a um valor decrescido da mesada. Se for reincidente, vale o dobro. Elas também ganham bônus quando fazem algo fora da curva”, afirma. A dupla cuida da bebê enquanto a mãe prepara o jantar. No tempo livre, a diversão preferida é brincar com a “gordinha” (Valentina). “Estabeleci uma relação de confiança com elas desde cedo”, diz.

filhas da ana cristina UM

Ana Maria Zaleski, 46 anos, assistente administrativa 
A síndrome do ninho vazio bem que quis entrar, mas Ana Maria não deixou. A filha Nayara, de 23 anos, alçou um novo voo há quatro meses, quando deixou a casa da mãe e foi morar com uma amiga. “Ela não é mais dependente, mas sou ativa e continuo passando valores como a ética. Às vezes, quero proteger muito e, quando vejo minha filha resolvendo os próprios problemas, descubro que posso aprender com ela”, diz. As duas são amigas e falam sobre tudo: trabalho, estudos, relacionamentos e sonhos. Quando estava no ensino médio, Nayara ajudou a mãe, que cursava a faculdade de Administração. “Ela é ansiosa como a Ana Maria, de 20 anos, e ensino ela a lidar com isso, a conversar e sempre ver o outro lado da questão. A educação de um filho não termina nunca. Só muda em cada fase”, completa.

Ana Maria e Nayara DOIS

Andreia Figueiredo, 30 anos, analista de contratos andreia figueiredo e filho TRÊS
João Pedro, de três anos, é o “companheirão” de Andreia e quer ficar por perto sempre que pode, inclusive na hora em que ela está ocupada com as tarefas domésticas. Afinal, o tempo é escasso na rotina iniciada às 6h, quando a mãe arruma o filho, leva-o para a escola e depois vai trabalhar.
“Ele sempre acha que estamos brincando. Pega um produto, começa a limpar os móveis. Me dá o pregador ou pega a roupa no balde para eu estender”, conta. Assim, ela sempre acha um tempo para conversar sobre como foi o dia e brincar de verdade, ou seja, de esconde-esconde ou pega-pega. E também encontrou tempo para levar e buscar João Pedro pessoalmente. “Ele pediu por isso e sempre quer um beijo na testa antes de entrar na escola. É um
presente que Deus me deu. Amo absurdamente”, destaca.