5ª edição | 28 de maio de 2015

Workshop – uma discussão coletiva comandada por Eugenio Mussak

Workshop Fórum VAGAS - plano geral

por Alan Santos e Kety Shapazian

A grande novidade do Fórum VAGAS 2015 é o formato inovador, com direito a workshop e até talk show. Este ano, mais que participar, os cerca de 200 profissionais de RH aqui na AMCHAM estão construindo o evento conosco. Para Eugenio Mussak, “sem curiosidade e sem transgressão construtiva não há criatividade”. Assim, o novo formato do Fórum VAGAS é uma oportunidade espetacular para que a comunidade de RH exercite a curiosidade, compartilhe experiências, construa alternativas, estimule o questionamento e gere ideias, não respostas prontas. Para tanto, fazer com que os convidados se envolvessem 100% na geração de conteúdo foi essencial.

Fórum VAGAS - Eugenio Mussak abre talk showA plateia voltou do coffee break e encontrou o salão principal da AMCHAM já pronto para o workshop, quando foram formados grupos, com um observador da VAGAS. Cada grupo deu início então a uma série de debates e troca de ideias e compartilhamento de cases, observados de perto pelos colaboradores de diversas áreas da VAGAS.com, como Comercial, Inteligência de Negócios, Consultoria, Parcerias, entre outras.

Os observadores tiveram papel fundamental dentro da dinâmica do workshop. Eles foram os ouvidos e olhos da equipe de comunicação e filtraram o enorme (e valioso) conteúdo gerado durante 90 minutos de discussão coletiva e repassaram depoimentos de impacto que viraram tuítes, frases no Facebook e no Google+, discussões no LinkedIn e ainda puderam ser vistas no site do evento e em telões espalhados na AMCHAM – tudo isso em tempo real.

O conteúdo completo será compartilhado posteriormente em um paper. Mas aqui já é possível experimentar uma prévia:

“O nosso RH se questiona como encontrar e identificar oportunidades em meio à crise? Como separar oportunidade de oportunismo?” (Felipe Romão, da Boehringer).

“Estamos na contramão da crise, crescendo e contratando. Recebemos um aporte em 2014 e fizemos um planejamento para os próximos cinco anos. Temos 400 funcionários e queremos chegar a 750.” (Flavia Bernardo, da  Viva Real).

“O papel do RH não é entregar o que o líder pede, mas conhecer e questionar o que está sendo pedido. Tem que ser curioso.” (Murielle Reis, do Itaú).

“A empresa está de fato em crise ou é uma crise psicológica? As empresas muitas vezes não conhecem o momento pelo qual estão passando.” (Andressa Fedossi, da CPFL).

“O nosso RH já está fazendo um exercício com os funcionários sobre o cenário pós-crise. `O que você imagina para a empresa quando a crise passar?`” (Alessandra Almeida, da Corral).