Recuperar o espaço da semelhança para conviver com a diferença

“Para cuidar do outro é preciso compreender suas necessidades, compreender sua realidade. Caso contrário, é um cuidado inadequado. É uma questão de treino”, observou a Monja Coen, durante sua palestra “Preconceito e diferença nas empresas”, que encerrou a 4ª Edição do Fórum VAGAS.  A líder falou que é preciso “se recuperar o espaço da semelhança” como forma de superar o preconceito.

A líder religiosa falou de várias histórias de discriminação ao longo da história, como o holocausto durante a Segunda Guerra Mundial; o sacrifício de humanos em Machu Pichu e sobre o gueto dos “não-humanos” no Japão.

“Nós viemos de uma sociedade capaz de construir coisas incríveis, mas também com um legado de preconceito e discriminação. É preciso admitir o preconceito para limpar essas imagens. E quando for alvo de preconceito, ter compaixão. Não adianta ter raiva”, disse com a voz calma e enfática a monja zen-budista.

“Tivemos uma aula hoje de como lidar com a diferença (referindo-se à palestra anterior, de Carolina Ignarra, que falou sobre inclusão de PCDs). Ela mostrou que a chave contra o preconceito é o conhecimento, a informação, a proximidade”, quase sussurrou para um auditório atento e silencioso.

Deixou como reflexão a todos os participantes do evento, que cada pessoa é um elemento de transformação dentro de sua empresa. “As organizações são feitas de pessoas. Todos somos diferentes. Cada um de vocês deve se perguntar todos os dias, como fazer da minha empresa um lugar com o mínimo de preconceito”.

 

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Veja como foi a palestra “Profissionais com deficiência, a inclusão que vai além do RH”.


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